Quem produz roupa é indústria, e isso muda o anexo, o IPI e o aproveitamento de crédito de insumos. Tratar como loja faz a confecção pagar a mais.
Quando a confecção é enquadrada como loja, perde o Anexo II, o crédito de insumos e o tratamento certo de IPI. Produzir roupa é industrializar.
Quem produz roupa é indústria e entra no Anexo II do Simples (a partir de 4,5%). A grande sacada do setor é o crédito de insumos: tecido, linha e aviamento geram crédito de ICMS. Boa parte das peças tem IPI NT (zero), mas isso precisa ser conferido na TIPI. A Hopecont organiza produção, insumos e facção.
Produzir roupa é industrialização, o que coloca a confecção no Anexo II do Simples Nacional (a partir de 4,5%, já com o IPI embutido). Tratar a fábrica como comércio é um erro caro.
O setor aproveita crédito de insumos (tecido, linha, aviamento) e precisa classificar cada produto na TIPI — boa parte da confecção tem IPI NT (não tributado). Quem produz por facção/encomenda tem regra fiscal própria.
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É indústria. Quem produz roupa industrializa e entra no Anexo II do Simples, com direito a crédito de insumos. A Hopecont enquadra certo.
Boa parte da confecção tem IPI NT (não tributado), mas isso depende da classificação na TIPI. A Hopecont confere produto a produto.
Sim. A industrialização por encomenda/facção tem regra fiscal própria. A Hopecont apura do jeito certo.
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