A indústria de embalagens compra muito insumo — papel, plástico, resina — e cada um gera crédito de ICMS. Quem não aproveita, paga a mais.
Papel, plástico, resina e energia geram crédito de ICMS na indústria. Sem mapear esses créditos, a embalagem paga muito mais imposto do que deveria.
A indústria de embalagens é Anexo II (a partir de 4,5%) e vive de crédito de insumos: papel, plástico, resina e até a energia elétrica usada na produção geram crédito de ICMS. A saída do produto tem IPI, classificado pela TIPI. Como a venda costuma ser B2B, o aproveitamento certo do crédito faz muita diferença na margem.
Produzir embalagem é industrialização, o que coloca a empresa no Anexo II do Simples (a partir de 4,5%). A saída tem IPI e o ICMS permite aproveitar crédito de insumos.
O grande ponto do setor é o crédito: papel, plástico, resina e a energia elétrica consumida na produção geram crédito de ICMS. Como a venda é majoritariamente B2B, recuperar esse crédito impacta direto a margem.
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Papel, plástico, resina e até a energia elétrica usada na produção geram crédito de ICMS. A Hopecont mapeia todos pra você não pagar a mais.
Costuma ser o Simples Anexo II (a partir de 4,5%). Conforme cresce, o Lucro Real pode permitir mais créditos. A Hopecont compara antes de indicar.
Na indústria, a energia consumida no processo produtivo gera crédito de ICMS. A Hopecont aproveita isso na apuração.
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