5 cenários que mostram quando o Simples Nacional deixa de ser vantajoso

Compartilhe esta notícia!

Descubra 5 cenários em que o Simples Nacional deixa de ser vantajoso e saiba quando migrar para Lucro Presumido ou Lucro Real. Entenda os impactos do faturamento, margem de lucro, créditos fiscais e da reforma tributária 2026, com orientações práticas de planejamento tributário para reduzir impostos de forma legal. Saiba como a Hopecont pode ajudar sua empresa a escolher o melhor regime e pagar o imposto certo.


O Simples Nacional é um dos regimes tributários mais populares entre micro e pequenas empresas no Brasil. Ele simplifica o pagamento de tributos em uma única guia (DAS), reduz a burocracia e normalmente resulta em menor carga tributária para negócios de menor porte.

No entanto, nem sempre o Simples é a melhor escolha — especialmente à medida que a empresa cresce, muda de perfil ou enfrenta mudanças legislativas e de mercado. Abaixo você verá cinco cenários reais em que permanecer no Simples pode não ser vantajoso, ajudando você a tomar decisões tributárias mais estratégicas.


📌 1. Faturamento próximo ao limite permitido

O Simples Nacional tem limite de faturamento anual de R$ 4,8 milhões. Quando a sua empresa se aproxima desse teto, a tributação tende a ficar menos atrativa — e ultrapassar esse limite significa saída obrigatória do regime no ano seguinte.

👉 Quando isso acontece:

  • Receita anual se aproxima de R$ 4,8 milhões.
  • É preciso começar a planejar a migração para Lucro Presumido ou Lucro Real antes de ser obrigado a sair.

📌 2. Margem de lucro alta

No Simples Nacional, o imposto é calculado sobre o faturamento total, não sobre o lucro efetivo. Se a sua empresa tem alta margem de lucro, isso pode significar que você está pagando proporcionalmente mais tributos do que em regimes como o Lucro Presumido — especialmente se o lucro efetivo for bem maior do que a margem presumida nesses outros regimes.

👉 Sinal de alerta:
Quando os impostos do Simples representam uma porcentagem alta da receita sem considerar os custos, uma migração pode reduzir a carga tributária.


📌 3. Setores com limitações de crédito tributário

O Simples Nacional não permite o destaque de tributos como ICMS e PIS/COFINS nas notas fiscais, o que impede que clientes utilizem esses créditos em suas próprias apurações.

👉 Isso é desvantagem quando:

  • Seu público é B2B e exige notas com tributos destacados.
  • Você compra insumos e gostaria de aproveitar créditos fiscais (como no regime de Lucro Real).

📌 4. Crescimento rápido ou despesas que compensam outro regime

Empresas em expansão acelerada com despesas elevadas (folha de pagamento robusta, investimentos, custos operacionais altos) podem pagar menos imposto ao migrar para outro regime, como o Lucro Real, que permite deduzir despesas antes de calcular o imposto devido.

👉 Situações comuns:

  • Despesas dedutíveis elevadas que reduzem significativamente a base de cálculo do IRPJ/CSLL no Lucro Real.
  • Empresas que pretendem crescer acima dos limites do Simples e precisam planejar a transição.

📌 5. Mudanças na competitividade com a reforma tributária

Com a implementação do novo sistema de tributação (IBS e CBS) previsto para 2026, empresas no Simples podem gerar menos créditos fiscais para seus clientes e fornecedores em comparação com regimes convencionais. Isso pode reduzir a competitividade frente a empresas fora do Simples, especialmente em segmentos que dependem de aproveitamento de créditos fiscais.

👉 Impacto prático:
Empresas que compram muitos insumos e precisam gerar créditos fiscais podem sentir mais impacto no Simples do que no Lucro Presumido ou Real.


❓ FAQ – Perguntas frequentes

❓ Quando o Simples Nacional deixa de ser vantajoso?
Quando o faturamento está próximo do teto, a margem de lucro é alta, há necessidade de créditos fiscais, despesas dedutíveis são relevantes ou há mudanças legislativas que reduzem competitividade.

❓ É obrigatório sair do Simples ao ultrapassar R$ 4,8 milhões?
Sim. Ultrapassando esse limite no ano-calendário, a empresa é desenquadrada no ano seguinte e precisa migrar para outro regime.

❓ Simples é sempre melhor que Lucro Presumido?
Não. Para empresas com alta margem de lucro ou com necessidade de aproveitar créditos fiscais, o Lucro Presumido ou Real pode ser mais vantajoso.

❓ A reforma tributária vai afetar o Simples?
Sim. O novo sistema de tributos pode reduzir os créditos fiscais aproveitados por empresas no Simples, afetando sua competitividade.


🧾 Conclusão

O Simples Nacional é uma opção excelente para muitas micro e pequenas empresas — sobretudo na fase inicial — por oferecer simplificação tributária, menos burocracia e carga tributária reduzida em muitos casos.

No entanto, crescimento, margens maiores, estrutura de custos, necessidade de créditos fiscais e mudanças legislativas podem tornar esse regime menos vantajoso ou até custoso com o tempo. Por isso, é essencial revisar o enquadramento tributário periodicamente e fazer simulações comparativas com outros regimes.

👉 Na Hopecont, ajudamos sua empresa a avaliar o melhor regime tributário para sua realidade, com análises técnicas e planejamento estratégico para que você pague o imposto certo, nem mais, nem menos.
Fale com nossos especialistas e planeje o futuro tributário da sua empresa com segurança!

Compartilhe esta notícia!

Hopecont
Hopecont
Artigos: 66

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ative o JavaScript no seu navegador para preencher este formulário.

Isso vai fechar em 20 segundos

Inscreva-se em nossa Newsletter
Hopecont

Cadastre-se agora mesmo para ficar por dentro de tudo que postamos.

Continuar lendo

Preencha os campos abaixo
para iniciar a conversa no WhatsApp