Imposto de Renda em 2026: o que mudou para pessoas físicas e jurídicas

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O cenário do Imposto de Renda em 2026

O ano de 2026 marca o início da aplicação prática das mudanças trazidas pela Lei nº 15.270/2025, que reformulou pontos relevantes do Imposto de Renda. Algumas regras já estão valendo agora, enquanto outras terão reflexo direto nas próximas declarações, exigindo atenção e planejamento desde já.


1. Nova faixa de isenção do IRPF já está em vigor

Desde janeiro de 2026, trabalhadores que recebem até R$ 5.000 por mês estão isentos do Imposto de Renda.
Além disso, foi criada uma faixa de desconto progressivo para rendas entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, reduzindo gradualmente o imposto devido e evitando saltos bruscos de tributação.

👉 Na prática, isso significa menos IR retido na folha de pagamento ao longo de 2026 e maior previsibilidade para o contribuinte.


2. Tributação de lucros e dividendos entra no radar em 2026

Outra mudança relevante é a tributação de lucros e dividendos acima de determinados limites.
A partir de 2026, distribuições que ultrapassem R$ 50.000 por mês para a mesma pessoa física passam a sofrer retenção de Imposto de Renda de até 10% na fonte, conforme previsto na nova legislação.

Essa regra:

  • Afeta sócios e investidores;
  • Pode alcançar empresas de diferentes regimes, inclusive o Simples Nacional, quando o limite mensal for ultrapassado;
  • Exige maior cuidado com formalização, escrituração contábil e planejamento de distribuição de resultados.

3. Imposto de Renda Mínimo para altas rendas

A legislação também instituiu o chamado Imposto de Renda Mínimo, voltado para contribuintes com renda anual elevada.
Embora seus efeitos completos sejam percebidos nas próximas declarações, o planejamento deve começar agora, em 2026, especialmente para quem possui múltiplas fontes de renda, lucros, dividendos ou rendimentos hoje isentos.


4. Impactos diretos para empresas em 2026

Para as empresas, 2026 é um ano estratégico. As mudanças no IR exigem:

  • Revisão da política de distribuição de lucros;
  • Atenção aos prazos e à aprovação formal dos resultados;
  • Integração entre contabilidade, planejamento tributário e gestão financeira.

Empresas que se antecipam conseguem reduzir riscos fiscais, evitar autuações e organizar melhor o fluxo de caixa diante das novas regras.


❓ FAQ — Perguntas Frequentes

Essas mudanças já valem em 2026?
Sim. A nova faixa de isenção do IRPF e os descontos progressivos já estão em vigor. A tributação de lucros e dividendos também passa a ser relevante a partir deste ano.

Quem recebe até R$ 5 mil precisa declarar IR?
A isenção é do imposto, não necessariamente da obrigação de declarar. Isso depende de outros critérios, como rendimentos adicionais e patrimônio.

Empresas do Simples Nacional são afetadas?
Sim, especialmente na distribuição de lucros acima dos limites previstos, que podem gerar retenção de IR.

O que acontece se não houver planejamento agora?
A falta de planejamento pode resultar em imposto maior, erros na declaração futura e riscos fiscais para sócios e empresas.


Conclusão

O Imposto de Renda em 2026 já é diferente — e quem entende isso agora sai na frente.
As novas regras trazem alívio para rendas mais baixas, mas também exigem mais atenção de empresários, sócios e contribuintes com rendimentos maiores.

👉 A Hopecont acompanha essas mudanças de perto e ajuda você a tomar decisões seguras desde agora, evitando surpresas e aproveitando oportunidades legais de economia tributária.

Fale com a Hopecont e planeje seu Imposto de Renda com estratégia e tranquilidade.

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