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Academia no Anexo V: Quanto Custa e Como Cair para o Anexo III

Equipe Hopecont Publicado em 17 de setembro de 2026 16 min de leitura
Personal trainer acompanhando o treino de um aluno na academia

Foto: Julia Larson / Pexels

Nota 5,0 no Google · 242 avaliações

Profissional de educação física não pode ser MEI — a educação física não está na lista de ocupações. E, ao abrir como ME, você começa no anexo mais caro do Simples: a academia nasce no Anexo V, com 15,50% na primeira faixa, e só cai para 6,00% se a folha alcançar 28% da receita. Num negócio de R$ 13.000 por mês, isso vale R$ 834,60.

Essa inversão é o ponto mais importante desta página, e ela é o contrário do que acontece com médico e dentista. Naquelas profissões, a lei coloca a atividade no anexo barato e você cai para o caro se descuidar. Em academia, estúdio e personal, a lei coloca você no caro — e você precisa conquistar o barato.

Na prática isso muda quando o planejamento precisa acontecer: não dá para descobrir em dezembro. Quem abre sem pensar nisso passa o primeiro ano inteiro pagando duas vezes e meia mais imposto do que precisava.

Resposta rápida

A educação física não consta do Anexo XI da Resolução CGSN nº 140/2018, a lista fechada do MEI — nem como personal, nem como dono de estúdio. Como ME, academias e estúdios de atividade física caem no Anexo V por previsão expressa (art. 18, § 5º-D, incisos II e III, da LC 123/2006) e sobem para o Anexo III quando a folha dos doze meses anteriores alcança 28% da receita (§ 5º-J). São 15,50% contra 6,00% na primeira faixa — num negócio de R$ 13.000 por mês, R$ 1.235,00 por mês de diferença no DAS.

Quer saber em qual anexo a sua academia está hoje — e quanto custa mudar isso?

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Personal e dono de academia podem ser MEI? Nenhum dos dois

A resposta é não, e o motivo não é o CREF. É a lista: o MEI só aceita as ocupações do Anexo XI da Resolução CGSN nº 140/2018, e a educação física não está lá.

O que confunde é que a lista tem “professor particular independente”. Muita gente usa essa ocupação achando que resolve. Não resolve: dar aula particular de reforço escolar não é prescrever e acompanhar treino, que é atividade privativa de quem tem registro no CREF. Usar a ocupação errada cria problema com o conselho e com o fisco ao mesmo tempo.

E há o mesmo fundamento das outras profissões regulamentadas: o MEI é o empresário do art. 966 do Código Civil, e o parágrafo único exclui quem vive de profissão intelectual de natureza científica.

Lei Complementar nº 123/2006, art. 18, § 5º-D, incisos II e III
“II - academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais; III - academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes.”

Esses dois incisos são o coração desta página: é por eles que a sua atividade nasce no Anexo V. A resposta completa sobre o MEI está em profissional de educação física pode ser MEI.

O valor fixo do MEI, e por que ele é a régua errada aqui

Vale ver o número, porque é dele que vem a comparação injusta que todo mundo faz:

O que compõeQuantoDe onde vem
INSS do titular — 5% do salário mínimoR$ 81,05INSS, tabela de contribuição mensal de 2026
ISS, valor fixoR$ 5,00LC 123/2006, art. 18-A, § 3º, V, “c”
O DAS-MEI do mêsR$ 86,05R$ 1.032,60 por ano

O valor fixo do MEI em 2026. A contribuição de 5% sai da tabela de contribuição mensal do INSS, válida a partir da competência de janeiro de 2026; os valores fixos de ICMS e ISS estão no art. 18-A, § 3º, V, da Lei Complementar nº 123/2006.

São R$ 1.032,60 por ano. Se fosse possível, seria imbatível. Mas além de a profissão não estar na lista, o teto de R$ 81.000,00 acabaria em pouco mais de seis meses num negócio de R$ 13.000 por mês — e o MEI só pode ter um empregado, o que inviabiliza qualquer academia com mais de um professor. A comparação útil para você é entre atender no CPF e no CNPJ, e ela está em CNPJ ou CPF para personal trainer.

Personal trainer orientando um aluno em um exercício com halteres na academia
Foto: Lê Đức / Pexels

A conta como ME, linha por linha, com R$ 13.000 por mês

De onde vêm estes valores

Os números desta página são de um exemplo, montado para a conta fechar de ponta a ponta. Não são de nenhum cliente. As alíquotas, as parcelas a deduzir e os valores fixos são os das tabelas em vigor, e cada um está com a fonte ao lado da tabela. A sua empresa tem outros números — a conta só vale refeita com eles.

A conta de um estúdio de R$ 13.000 por mês, com o Fator R já conquistado — ou seja, no Anexo III. Mais abaixo você vê quanto essa mesma conta custa sem ele.

A linha da contaQuanto por mêsO que é
DAS do Simples NacionalR$ 780,00alíquota efetiva de 6,00% no Anexo III, com o Fator R fechado
INSS sobre o pró-laboreR$ 400,4011% sobre R$ 3.640,00, retido na fonte
Honorário contábilR$ 580,00escrituração, folha, DAS, declarações e o Fator R
Sai do caixa por mêsR$ 1.760,4013,54% do faturamento

Estúdio de R$ 13.000 por mês, receita dos últimos doze meses de R$ 156.000, Anexo III do Simples Nacional com o Fator R fechado. A alíquota efetiva sai da fórmula do art. 18, § 1º, da LC 123/2006; o INSS de 11% sobre o pró-labore está no art. 21 da Lei nº 8.212/1991.

Sem o Fator R, essa mesma linha de cima vira R$ 2.015,00 e o total do mês sobe para R$ 2.995,40 — 23,04% do faturamento em vez de 13,54%. É a mesma academia, o mesmo aluno, a mesma mensalidade.

Falta a folha dos professores, quando houver. Academia é negócio de gente, e é justamente por isso que o Fator R costuma ser mais fácil de fechar aqui do que em consultório: o que você já paga de professor conta na folha.

O Fator R invertido: aqui você precisa conquistar o Anexo III

Esta é a diferença que vale entender de verdade. Em medicina e odontologia, a lei coloca a atividade no Anexo III e o § 5º-M puxa para o V se a folha não alcançar 28%. Em academia é o contrário: o art. 18, § 5º-D, incisos II e III, da Lei Complementar nº 123/2006 coloca a atividade no Anexo V, e é o § 5º-J que permite subir para o III quando a folha alcança os 28%.

O efeito prático é psicológico e caro: quem abre uma academia e não faz nada fica no anexo caro por padrão. Não há aviso, não há erro no sistema — o DAS simplesmente sai com 15,50% em vez de 6,00%.

E a conta usa os doze meses anteriores (§ 5º-K), então no primeiro ano, quando ainda não há histórico completo, o acompanhamento precisa ser mês a mês:

A conta do mêsFolha abaixo de 28%Folha de 28% ou mais
Anexo em que a atividade caiAnexo VAnexo III
Alíquota efetiva na faixa15,50%6,00%
DAS sobre R$ 13.000 no mêsR$ 2.015,00R$ 780,00
Folha dos 12 meses que fecha os 28%R$ 3.640,00 por mês
INSS de 11% sobre esse pró-laboreR$ 400,40
Saldo no mêsR$ 834,60 a menos

Os mesmos R$ 13.000 de faturamento, com e sem o Fator R fechado. A regra dos 28% está no art. 18, §§ 5º-J e 5º-M, da Lei Complementar nº 123/2006, e a base de cálculo são os doze meses anteriores (§ 5º-K).

Repare no que a última linha diz: tirar R$ 3.640,00 de pró-labore custa R$ 400,40 de INSS e derruba o DAS em R$ 1.235,00. Sobram R$ 834,60 por mês — R$ 10.015,20 no ano. E em academia esse número costuma vir mais fácil, porque o salário dos professores entra na mesma conta da folha.

A comparação detalhada para academia, crossfit e pilates está em Anexo III ou V para academia, crossfit e pilates, e a conta com os seus números sai na calculadora do Fator R.

Sua academia já fecha os 28% de folha? Dá para conferir em minutos.

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Sala de estúdio de pilates com aparelhos e espelhos, preparada para a aula
Foto: CRISTIAN CAMILO ESTRADA / Pexels

Personal sozinho, estúdio e academia: três contas

A diferença entre os três não é só de tamanho — é de quanto cada um consegue fechar de folha. O personal que atende sozinho depende inteiramente do próprio pró-labore; a academia com equipe fecha os 28% sem esforço.

A conta do mêsPersonal sozinho, R$ 6.000Estúdio, R$ 13.000Academia, R$ 35.000
Receita dos últimos doze mesesR$ 72.000R$ 156.000R$ 420.000
DAS no Anexo V, sem o Fator RR$ 930,00R$ 2.015,00R$ 6.000,00
DAS no Anexo III, com o Fator RR$ 360,00R$ 780,00R$ 3.255,00
Folha que fecha os 28%R$ 1.680,00R$ 3.640,00R$ 9.800,00
De onde essa folha costuma virsó do pró-laborepró-labore e um professora folha da equipe já resolve
Diferença no anoR$ 6.840,00R$ 14.820,00R$ 32.940,00

Três configurações, com a alíquota do Anexo V quando a folha não alcança 28% e a do Anexo III quando alcança. Alíquotas efetivas pela fórmula do art. 18, § 1º, da LC 123/2006.

A linha “de onde essa folha vem” é a que mais importa na decisão. O personal sozinho tem que bancar os 28% inteiros com o próprio pró-labore — e isso é uma decisão de caixa. A academia com equipe já tem a folha pronta e só precisa não perder a conta de vista.

Na academia de R$ 35.000 por mês, deixar o Fator R escapar custa R$ 32.940,00 por ano. É salário de professor.

As alíquotas nominais e as parcelas a deduzir de cada anexo estão reunidas em Simples Nacional: tabelas e alíquotas. Para rodar a conta com os seus próprios números, a calculadora de MEI ou ME faz a comparação na tela.

Quando o CNPJ passa a compensar para quem dá treino

Atendendo como pessoa física, o que você recebe de aluno entra no carnê-leão e sobe pela tabela progressiva até 27,5%. Como ME no Anexo III com o Fator R fechado, a alíquota efetiva é de 6,00%. É essa distância que paga o CNPJ.

Mas em educação física há dois motivos que costumam chegar antes do imposto. O primeiro é a academia que exige nota: quem atende dentro de uma academia de terceiro, ou presta serviço para empresa, quase sempre precisa emitir nota fiscal — e pessoa física não emite na maioria dos municípios.

O segundo é o espaço próprio. Estúdio, box de crossfit e sala de pilates precisam de alvará, e alvará se emite para empresa. Quem aluga um espaço para atender já precisa do CNPJ antes de pensar em imposto.

A conta lado a lado está em CNPJ ou CPF para personal trainer, e a escolha do formato, em MEI, ME ou LTDA para academia.

Box de crossfit com barras, anilhas e caixas de salto organizados no piso
Foto: Vitaly Gariev / Pexels

O primeiro ano inteiro, somado

O primeiro ano de um estúdio de R$ 13.000 por mês, somando tudo. A abertura aqui é mais cara que a de um consultório porque costuma envolver adequação de espaço e alvará com vistoria:

O que sai do bolsoNo anoObservação
Abertura da empresa e alvaráR$ 1.600,00Junta, taxas, alvará com vistoria e certificado digital
DAS do Simples, doze mesesR$ 9.360,00R$ 780,00 por mês, no Anexo III
INSS sobre o pró-laboreR$ 4.804,8011% sobre R$ 3.640,00 por mês
Honorário contábilR$ 6.960,00R$ 580,00 por mês
O primeiro ano inteiroR$ 22.724,8014,57% de um faturamento de R$ 156.000

Doze meses de um estúdio de R$ 13.000 por mês no Anexo III, com o Fator R fechado. O valor da abertura é referência e varia com a Junta Comercial, as taxas municipais e a exigência de alvará para espaço de atividade física.

Sem o Fator R, o mesmo ano custaria R$ 37.544,80 — R$ 14.820,00 a mais. E lembre-se: no Anexo V você não cai por descuido, você já começa lá. Esse é o valor de quem abre sem planejar a folha.

O caminho, na ordem, com o prazo de cada etapa

O caminho tem uma etapa que a maioria dos outros segmentos não tem: o alvará de espaço de atividade física costuma exigir vistoria, e em alguns municípios também laudo do corpo de bombeiros.

A etapaO prazoO que acontece se passar
Consulta de viabilidade do endereçoantes de assinar o contrato do espaçoacademia é atividade que muitos zoneamentos restringem
Registro do ato constitutivo na Junta Comercialsem prazo próprioé dele que os 90 dias do CNPJ começam a contar
CNPJ pelo Módulo de Assinatura Transferível90 dias contados do arquivamentoo arquivamento é cancelado e o registro precisa ser refeito
Inscrição municipal e alvará de funcionamentodepende da vistoria da prefeiturasem alvará o espaço não pode funcionar
Laudo do corpo de bombeiros, quando exigidodepende do município e da áreao alvará fica pendente
Registro da pessoa jurídica no CREFantes de começar a atender como PJa empresa fica irregular perante o conselho
Opção pelo Simples Nacional30 dias contados do último deferimento de inscriçãoa empresa fica no Lucro Presumido até 31 de dezembro
Definição do pró-labore para o Fator Rno primeiro mês, não no últimoa academia passa o ano no Anexo V, com 15,50%

Os prazos são os das normas em vigor: o do CNPJ pelo Módulo de Assinatura Transferível está na orientação da Receita Federal; o da opção pelo Simples, no art. 6º, § 5º, I, da Resolução CGSN nº 140/2018, na redação da Resolução CGSN nº 183, de 26 de setembro de 2025, em vigor desde 13 de outubro de 2025.

A última linha não é etapa burocrática — é a mais cara da lista, e é a única que ninguém cobra de você. Nenhum sistema avisa que a sua academia está no Anexo V. O DAS sai certinho todo mês, só que com a alíquota do anexo errado.

Os erros que fazem essa conta sair pior do que precisava

O que mais custa caro

  • Abrir e não definir o pró-labore. Em academia, isso significa começar no Anexo V por padrão — R$ 1.235,00 a mais de DAS por mês no exemplo desta página.
  • Usar a ocupação de “professor particular” para escapar da proibição do MEI. Cria problema com o CREF e com o fisco.
  • Pagar professor por fora. Além do risco trabalhista, isso tira da folha justamente o valor que faria o Fator R fechar.
  • Assinar o contrato do espaço antes da viabilidade. Academia é das atividades que mais esbarram em restrição de zoneamento, por causa de ruído e de circulação.
  • Achar que o Fator R se resolve em dezembro. A conta usa os doze meses anteriores; quem corrige em novembro já perdeu o ano.
  • Esquecer o registro da PJ no CREF. Ter CNPJ não basta: o conselho exige a inscrição da empresa e responsável técnico.

O terceiro é o mais irônico da lista: pagar professor por fora para “economizar” faz o negócio pagar mais imposto, porque derruba a folha que sustenta o Fator R. O que parece economia na folha volta multiplicado no DAS.

Professora de pilates conferindo a ficha de treino de uma aluna no estúdio
Foto: Jason Morrison / Pexels

O que ter em mãos antes de começar

A lista

  1. CREF ativo e definição do responsável técnico da empresa
  2. Documento de identidade, CPF e comprovante de endereço
  3. Espaço com a viabilidade já consultada na prefeitura
  4. Levantamento da exigência de laudo do corpo de bombeiros na sua cidade
  5. CNAE correto — academia de atividades físicas, e não “aula particular”
  6. Projeção da folha: pró-labore e professores, para saber se fecha os 28%
  7. Certificado digital e-CNPJ
  8. Valor do pró-labore decidido antes de abrir

O resumo

Profissional de educação física não pode ser MEI, e o motivo é a lista fechada de ocupações, não o CREF.

Como ME, a sua atividade nasce no Anexo V pelo art. 18, § 5º-D, incisos II e III, da LC 123/2006 — com 15,50% na primeira faixa. Subir para o Anexo III, com 6,00%, depende de a folha alcançar 28% da receita.

Num estúdio de R$ 13.000 por mês, essa diferença é de R$ 834,60 por mês, ou R$ 10.015,20 por ano já descontado o INSS do pró-labore. E a boa notícia é que, em academia, a folha dos professores conta — o que torna esse número mais fácil de alcançar do que em qualquer consultório.

Quer conferir em qual anexo a sua academia está e quanto dá para economizar?

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Equipe Hopecont

Conteúdo produzido e revisado pelos contadores da Hopecont Contabilidade Estratégica, escritório no Jereissati I, em Maracanaú/CE, com atendimento em todo o Brasil. Conteúdo baseado na Lei Complementar nº 123/2006 — art. 18, § 5º-D, II e III, e §§ 5º-J e 5º-K; art. 18-A, §§ 1º e 3º —, na Resolução CGSN nº 140/2018 (Anexo XI), no art. 21 da Lei nº 8.212/1991 e na tabela de contribuição mensal do INSS de 2026. Verificado em 17 de setembro de 2026.

Perguntas frequentes

Personal trainer pode ser MEI?
Não. A educação física não está no Anexo XI da Resolução CGSN nº 140/2018, a lista fechada de ocupações do MEI. A ocupação de “professor particular independente” que existe na lista não cobre prescrição e acompanhamento de treino, que é atividade privativa de quem tem CREF. Detalhes em profissional de educação física pode ser MEI.
Por que academia começa no Anexo V e médico começa no III?
Porque a lei trata as duas de forma diferente. As academias estão listadas no art. 18, § 5º-D, incisos II e III, da LC 123/2006, que é a lista do Anexo V; a medicina está no § 5º-B, que é a do Anexo III. Nos dois casos o Fator R pode mudar o resultado, só que em direções opostas.
Quanto preciso de folha para cair no Anexo III?
28% da receita bruta dos doze meses anteriores. Num estúdio de R$ 13.000 por mês, isso dá R$ 3.640,00 por mês somando pró-labore e salários. O cálculo está no art. 18, §§ 5º-J e 5º-K, da LC 123/2006.
O salário dos professores conta na folha do Fator R?
Conta, junto com os encargos. É por isso que academia com equipe costuma fechar os 28% com facilidade, enquanto o personal que atende sozinho depende inteiramente do próprio pró-labore.
Atendo em academia de terceiros. Preciso de CNPJ?
Quase sempre sim, porque a academia costuma exigir nota fiscal do serviço. E mesmo que não exija, o rendimento como pessoa física vai para o carnê-leão e sobe até 27,5%. A conta está em CNPJ ou CPF para personal trainer.
Estúdio de pilates é a mesma coisa que academia, para o Simples?
Para efeito de anexo, sim: entra no § 5º-D como academia de atividades físicas. O que muda é a exigência de responsável técnico e, em alguns casos, o registro no conselho da área de saúde quando o pilates é conduzido por fisioterapeuta.
Quanto custa abrir uma academia?
Depende muito do espaço e do equipamento. A parte empresarial é a menor delas — no exemplo desta página, R$ 1.600,00. A conta completa, incluindo estrutura, está em quanto custa abrir uma academia.
A reforma tributária muda alguma coisa para a academia?
O Simples continua, com DAS unificado. A partir de 2027 mudam a nota fiscal e os campos de IBS e CBS. O que já está publicado para o setor está em reforma tributária para academias, crossfit e pilates.
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