Dentistas e clínicas odontológicas · todo o Brasil

Contabilidade para dentistas e clínica odontológica

Duas clínicas iguais podem pagar impostos bem diferentes. O que separa as duas é um número que quase ninguém acompanha: o Fator R.

Fator R no radar Sem fidelidade 100% online
2019atendendo empresas desde
0fidelidade e multa de saída
5 minresposta no WhatsApp
Equipe de contadores da Hopecont no escritório
5,0★★★★★
242 avaliações no Google
Quem responde aqui é essa equipe, não um robô.
Dentista atendendo uma paciente em consultório odontológico
Dentista no consultório, ao lado da cadeira odontológica
Cadeira e equipamento de uma clínica odontológica
Os dois anexos do dentista

No Simples, o Fator R decide em qual dos dois você cai.

Simples Nacional
Anexo III — a partir de 6% Quando a folha dos últimos 12 meses, com pró-labore, chega a 28% do faturamento.
Anexo V — a partir de 15,5% Quando fica abaixo de 28%. É onde a maioria dos consultórios está sem saber.

Alíquotas iniciais dos Anexos III e V da Lei Complementar nº 123/2006. O valor do seu caso depende do faturamento, da folha e da atividade.

O erro mais caro do consultório

Ficar no Anexo V sem saber que dava para estar no III

O que decide não é o seu CNAE nem o seu contador. É a proporção entre a sua folha e o seu faturamento. E ela muda todo mês.

Nunca calculou o Fator R

Ele muda todo mês. Não é escolha que se faz uma vez e pronto.

Convênio sem conciliação

O plano glosa e paga no prazo dele. Sem conferir repasse por repasse, você não sabe o que entrou.

Prótese fora do custo

Laboratório e material são custo do procedimento. Fora do lugar, a margem que você vê não é a real.

DMED esquecida

Clínica com CNPJ entrega DMED todo ano. Quem não entrega paga multa — e o paciente perde a dedução dele.

O que muda na prática
Escritório generalista
Com a Hopecont
Anexo do Simples
Regra geral
Medido pelo Fator R
Fator R
Sem acompanhar
Conferido todo mês
Repasse de convênio
Lançado no total
Conciliado por repasse
Prótese e laboratório
Despesa genérica
Custo do procedimento
DMED
Lembrada em cima da hora
No calendário do ano
Fidelidade e multa
Varia
Não existe
Falar com um contador Você fala com um contador e descobre em qual anexo a sua clínica está hoje.
A conta, aberta

Quanto separa o Anexo V do Anexo III

Resposta direta: o Anexo V cobra duas vezes e meia o Anexo III. Mesmo serviço, mesmo faturamento. Muda só o Fator R.

6%Anexo III15,5%Anexo V

É esta a diferença. A altura de cada bloco é a alíquota inicial de cada anexo, na mesma escala.

No bloco do Anexo V, a parte clara de baixo é o que você pagaria no Anexo III. Tudo o que está acima da linha é imposto a mais, pelo mesmo trabalho.

Alíquotas iniciais dos Anexos III e V da Lei Complementar nº 123/2006.

Agora a conta com dinheiro — clínica de R$ 30.000 por mês (R$ 360.000 no ano), 2ª faixa do Simples:

Comparação do Simples Nacional no ano entre o Anexo V e o Anexo III
No anoAnexo VAnexo III
Alíquota nominal da faixa18,00%11,20%
Parcela a deduzirR$ 4.500R$ 9.360
Alíquota efetiva16,75%8,60%
Simples pago no anoR$ 60.300R$ 30.960
Diferença no ano R$ 29.340 Contas feitas com as tabelas dos Anexos III e V da Lei Complementar nº 123/2006 sobre R$ 360.000 de receita em 12 meses.
E o outro lado da conta: para ficar no Anexo III, a folha dos últimos doze meses — com o seu pró-labore dentro — precisa chegar a R$ 100.800 no ano, ou R$ 8.400 por mês. Se você já retira isso de pró-labore, a conta vira sozinha. Se não, o pró-labore a mais tem INSS e IRRF próprios, que precisam entrar na comparação antes de qualquer decisão. Fale com um contador.

Este é um exemplo para mostrar a mecânica do cálculo, não uma projeção do seu caso. O valor real depende do faturamento, da folha, do município, da atividade efetivamente exercida e da legislação vigente.

Na prática

Fator R, convênio e o material de prótese

O Fator R é uma divisão. Folha dos últimos 12 meses, com o seu pró-labore, dividida pelo faturamento do mesmo período.

Deu 28% ou mais? Anexo III, 6%. Deu menos? Anexo V, 15,5%. Sem meio-termo.

Só que a odontologia tem duas coisas que essa conta não enxerga: o repasse do convênio, que vem com glosa e prazo próprio, e o material de prótese, implante e ortodontia, quase sempre com laboratório de fora.

A Hopecont acompanha o Fator R mês a mês e concilia convênio e prótese, para você enxergar a margem real de cada procedimento.

Contador da Hopecont apresentando a análise tributária para clientes
CNAE 8630-5/04Atividade odontológica — o código certo da sua clínica
Reunião de análise tributária na Hopecont
Só da odontologia

As obrigações que a clínica odontológica tem e as outras não

Clínica é empresa de saúde, e isso muda o calendário. São quatro itens que escritório generalista trata como se fosse qualquer prestador de serviço.

DMED, todo ano

A clínica com CNPJ de saúde declara à Receita Federal quem pagou e quanto. É o que permite ao seu paciente deduzir no IR dele. Prazo em fevereiro.

Receita Saúde é da pessoa física

O recibo eletrônico obrigatório desde 2025 vale para o dentista que atende como pessoa física. Atendendo pela clínica, o documento é a nota fiscal de serviço.

CRO e responsabilidade técnica

A clínica precisa de registro no Conselho Regional de Odontologia do seu estado e de um responsável técnico. Entra no processo de abertura, não depois.

Vigilância sanitária

Além do alvará da prefeitura, a clínica tem licença sanitária, com exigências que variam de município para município.

Falar com um contador A gente confere o que está pendente na sua clínica antes de qualquer proposta.
Antes de decidir

“Eu já tenho contador” — e agora?

Trocar dá trabalho?

A migração é feita pela Hopecont: a gente pede os documentos ao escritório atual, confere o que está pendente e assume. Você não fica sem contador em nenhum dia do processo.

Vou pagar multa para sair?

Da Hopecont, não: o contrato é sem fidelidade e sem multa de cancelamento. Se o seu contrato atual tiver cláusula de multa, a gente lê junto com você antes de qualquer coisa.

Meu contador está errado?

Não necessariamente. O que acontece com frequência é o escritório aplicar a regra geral de serviço e nunca conferir o Fator R mês a mês, nem separar convênio de particular. São contas específicas de odontologia.

E se eu não quiser trocar agora?

Então não troque. Peça a conta dos dois anexos com os seus números e leve para o seu contador atual. Se ele já estava no melhor caminho, você fica tranquilo — e não custou nada descobrir.

Entenda a tributação do seu ramo

Como funciona a contabilidade para dentistas

A contabilidade para dentistas começa por um número que quase ninguém acompanha: o Fator R.

Sua atividade é a CNAE 8630-5/04. No Simples Nacional ela cai no Anexo III (6%) ou no Anexo V (15,5%).

Quem decide não é você e nem o contador. É o Fator R.

Como a conta olha doze meses para trás, o resultado muda todo mês. Por isso ela precisa ser conferida mês a mês, e não uma vez por ano.

O convênio. O plano glosa procedimento e paga no prazo dele. O que você faturou e o que entrou na conta quase nunca são o mesmo número. Só a conciliação mostra a diferença.

A prótese. Material de implante, ortodontia e laboratório terceirizado são custo do procedimento. Jogados numa despesa genérica, somem — e a margem que você enxerga deixa de ser a real.

Clínica maior, com estrutura, ainda vale comparar com o Lucro Presumido. Atender como autônomo costuma ser o cenário mais caro: o IRPF vai de 7,5% a 27,5% sobre a base, com redução que zera até R$ 5.000,00 por mês e acaba em R$ 7.350,00 (Lei nº 15.270/2025).

A Hopecont acompanha o Fator R, concilia convênio e prótese e cuida da contabilidade mensal da clínica em todo o Brasil, 100% online. Se você ainda está decidindo entre atuar no CPF ou abrir empresa, comece por CNPJ ou CPF para dentista.

Resumo pra você
  • Anexo III (6%) ou Anexo V (15,5%), conforme o Fator R
  • Fator R conferido todo mês, não uma vez por ano
  • Repasse de convênio conciliado um a um
  • Prótese, implante e laboratório no custo do procedimento
  • DMED e obrigações de saúde no calendário
Tudo num lugar só

O que a Hopecont controla na sua clínica

Painel de relatórios financeiros usado no acompanhamento mensal dos clientes da Hopecont
Fator R do mêsVocê recebe o número antes de ele virar problema
Relatórios mensais que você recebe
  • Fator R acompanhadoConferido todo mês, com aviso quando estiver perto de virar
  • Convênios conciliadosRepasse por repasse, com a glosa separada do que entrou
  • Prótese e laboratórioMaterial e terceirização no custo do procedimento
  • Nota fiscal e obrigaçõesNFS-e, DMED e o resto do calendário em dia, sem multa
  • Planejamento tributárioO melhor regime pro seu faturamento e a sua margem
  • Folha de pagamentoAdmissão, eSocial, FGTS, férias e 13º sem dor de cabeça
Risco zero pra você

Por que dentistas trocam pela Hopecont

Sem multa

Migração sem burocracia

A gente cuida de toda a transição do seu contador atual, sem fidelidade, sem multa de cancelamento e sem parar a clínica.

Zero

Fidelidade e multa

Contrato sem fidelidade. Se um dia não fizer sentido, você cancela quando quiser, sem multa.

5 min

Resposta no WhatsApp

Atendimento humano e rápido, sem juridiquês e sem fila de e-mail.

Clientes reais

O que dizem os clientes

Não são depoimentos de marketing. São avaliações públicas no Google.

5,0
242 avaliações no Google
Joel Sousa5 meses atrás
★★★★★

“Tive uma experiência muito boa com a Hopecont. Fiz a troca de MEI para ME e eles foram super atenciosos, resolveram tudo rápido e sem dor de cabeça. Recomendo!”

Avaliação verificada no Google
Rayssa Ribeiro5 meses atrás · Local Guide
★★★★★

“As meninas da Hopecont são atenciosas e técnicas. Entenderam exatamente o que eu precisava e estou muito satisfeita com o atendimento e os serviços. Recomendo!”

Avaliação verificada no Google
Geo EmpreendedorSemana passada
★★★★★

“Empresa de contabilidade super competente e confiável! Equipe experiente e sempre disposta a ajudar. Recomendo para qualquer empresa.”

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Dúvidas frequentes

Perguntas sobre contabilidade para dentistas

Quanto custa a contabilidade para dentistas?

Os planos da Hopecont começam em R$ 295/mês, sem fidelidade e sem multa. O valor depende do porte da clínica, do regime e do volume de convênio; avaliamos o seu caso antes de apresentar o preço.

Dentista paga Anexo III ou Anexo V do Simples?

Depende do Fator R, não da vontade de ninguém. Se a folha dos últimos doze meses, com o pró-labore incluído, for 28% ou mais da receita bruta do mesmo período, a tributação vai pelo Anexo III, que começa em 6%. Abaixo de 28%, fica no Anexo V, que começa em 15,5%.

Como o cálculo olha sempre os doze meses anteriores, o resultado muda todo mês. É por isso que ele precisa ser conferido mensalmente, e não só na virada do ano.

O que é o Fator R para dentista?

É a razão entre a folha de salários dos últimos doze meses, com encargos e pró-labore, e a receita bruta do mesmo período. O resultado decide o anexo do Simples Nacional: 28% ou mais leva ao Anexo III, abaixo disso mantém no Anexo V.

Na prática, o pró-labore do dentista é o que mais mexe nesse número numa clínica pequena. Mas pró-labore maior também significa mais INSS e mais IRRF, então o ajuste tem que ser calculado, não chutado.

A clínica odontológica precisa entregar DMED?

Sim. A DMED é entregue pelas pessoas jurídicas prestadoras de serviços de saúde, e a clínica odontológica com CNPJ está nesse grupo. Ela informa à Receita Federal quem pagou pelos atendimentos e quanto — é o que permite ao paciente deduzir a despesa no Imposto de Renda dele.

O prazo é até o último dia útil de fevereiro do ano seguinte ao das operações. O dentista que atende como autônomo, sem CNPJ, não entrega DMED.

Dentista com CNPJ precisa emitir pelo Receita Saúde?

Não. O Receita Saúde é o recibo eletrônico do profissional de saúde que atende como pessoa física, obrigatório desde 1º de janeiro de 2025 e emitido no aplicativo ou no e-CAC da Receita Federal.

Atendendo pela clínica, com CNPJ, o documento do atendimento é a nota fiscal de serviço do seu município, e a informação à Receita vai pela DMED. Quem atende dos dois jeitos precisa dos dois caminhos, cada um no seu lugar.

Como ficam os convênios e a prótese na contabilidade?

O repasse do convênio odontológico é conciliado um a um: o que foi faturado, o que foi glosado e o que de fato entrou na conta raramente são o mesmo número, e só a conciliação mostra a diferença.

O material de prótese, de implante e de ortodontia, junto com o laboratório terceirizado, entra como custo do procedimento, não como despesa genérica. É assim que você enxerga a margem real de cada tratamento.

Dentista pode ser MEI?

Não. A atividade odontológica é regulamentada por conselho de classe, e profissões regulamentadas estão fora da lista de ocupações permitidas ao MEI.

Os caminhos para o dentista que quer CNPJ são a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) ou a sociedade com outro sócio, no Simples Nacional ou no Lucro Presumido. A lista oficial de ocupações está no portal do Governo Federal.

Vale a pena abrir CNPJ sendo dentista?

Depende da conta, e ela mudou. Na pessoa física, a tabela do IRPF é progressiva, de 7,5% a 27,5% sobre a base, e desde 2026 existe uma redução que zera o imposto sobre rendimentos mensais de até R$ 5.000,00 e vai diminuindo até R$ 7.350,00 (Lei nº 15.270/2025).

Na PJ, o que se paga depende do anexo, da faixa e do Fator R, e existem custos fixos que o autônomo não tem. A comparação honesta coloca os dois lados até o valor líquido — é isso que a gente monta antes de você decidir.

Você sabe em qual anexo a sua clínica está hoje?

Fale com um contador e veja o Fator R da sua clínica e a conta dos dois anexos — sem compromisso.

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Atualizado em 25/09/2026

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